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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Cirurgia remarcada, nada explicado

Mesmo sem que me tenham explicado nada sobre o que ocorreu no dia 9 de setembro, quando meu pai foi colocado na mesa para cirurgia e dela retirado pela médica que nada sabia sobre seu quadro de saúde, o Hospital Santa Rita nos chamou para nova consulta na Urologia. Fomos atendidos pelo médico Giovani Pioner que, há muitos anos, sempre que a escala do SUS permite, atende meu pai.
Para minha surpresa, já haviam marcado a nova cirurgia sem nos avisar, já havia até a baixa pronta. Ela seria realizada nesta sexta, dia 7 de outubro (um mês e um dia, portanto, após toda a maratona que enfrentamos naquele dia de equívocos por parte do hospital). Quando me perguntaram se meu pai estava sem tomar aspirina há uma semana e eu respondi que não, e que nunca mais ninguém tinha falado comigo sobre procedimentos desde o dia 9 de setembro, optaram por transferir a data para dia 14.
Estamos, assim, novamente na boca do túnel esperando o time entrar em campo.
Em tempo: segundo o médico, não foi só problema com a "medicação" que motivou os problemas no dia 9, havia razões burocráticas, como a não existência de um número de registro que permitiria a meu pai ser operado.
Ou seja: os hospitais funcionam como se os pacientes tudo adivinhassem e nada precisasse ser bem informado.

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