•Sexta-feira, Fevereiro 29, 2008
O Francis, este francês querido e apaixonado pelo Espírito Santo (o Estado, o Estado, calma lá!) a ponto de ter um blog (um dos meus favoritos) que se chama Vitória-Brasil, me visitou e fez uma série de esclarecimentos sobre um assunto que eu havia abordado em um post e também em minha coluna semanal no Coletiva.
Pois bem. Além de me ajudar corrigindo algumas informações, ele me largou uma batata quente na mão: quer saber como se traduz, bem brasileiramente, a xingação de Sarkozy que virou até domínio de internet: "Casse toi, pauvre con!"
A história, todo mundo sabe: o presidente da França perdeu o rebolado (*a perdu l'air langoureux? hehehe) quando um cidadão se recusou a apertar sua mão durante um evento e xingou o sujeito, segundo consta sem saber que estava sendo filmado, o que é uma coisa inimaginável em se tratando de um presidente da República e mai s- que adora aparecer, como todos, aliás.
Bom.
Lá no blog do Francis, ele comentou também o fato e deliciosamente discorre sobre a origem, a aplicação e a possível tradução da expressão "con" (feminino "conne") que é extremamente ofensiva em língua francesa.
Leiam lá.
E agora me pergunta, o danado, qual seria a versão mais brasileira para a xingação.
Eu teria várias respostas possíveis. Todas de acordo com quem xinga.
Por exemplo: se for um gaúcho, que ficou de saco cheio com um motorista que demorou demais para arrancar no semáforo, ele dirá: "sai da frente, cuiudo". Este termo, mon cher Francis, diz respeito à anatomia masculina, não à parte, digamos, principal, mas à acessória, se é que me faço entender. Até hoje não entendi porque ter esta parte grande, sentido do adjetivo, é algo recriminável.
Bom. Se for um cara mais descolado, como um bom e legítimo carioca, provavelmente vai dizer: "Vá siferrá, mermão!"
Outra possibilidade é o garotão irritado com o namorado da gostosa que está tirando satisfação dele, na danceteria, fazendo o maior bafão. Enquanto vai saindo, levado pelos seguranças, ele larga, já na porta: "Ah, vai te deitar, chinelão!"
Também tem a versão do macho, grosso, que habita qualquer lugar deste Brasil. Esse vai apelar, de verdade:
"Vá pra pqtp, babaca!".
É o que pude pensar, nestes 20 minutos em que escrevi este texto.
Se alguém tiver mais sugestões, serão bem vindas e publicadas aqui.
Bisou, Francis!
Pois bem. Além de me ajudar corrigindo algumas informações, ele me largou uma batata quente na mão: quer saber como se traduz, bem brasileiramente, a xingação de Sarkozy que virou até domínio de internet: "Casse toi, pauvre con!"
A história, todo mundo sabe: o presidente da França perdeu o rebolado (*a perdu l'air langoureux? hehehe) quando um cidadão se recusou a apertar sua mão durante um evento e xingou o sujeito, segundo consta sem saber que estava sendo filmado, o que é uma coisa inimaginável em se tratando de um presidente da República e mai s- que adora aparecer, como todos, aliás.
Bom.
Lá no blog do Francis, ele comentou também o fato e deliciosamente discorre sobre a origem, a aplicação e a possível tradução da expressão "con" (feminino "conne") que é extremamente ofensiva em língua francesa.
Leiam lá.
E agora me pergunta, o danado, qual seria a versão mais brasileira para a xingação.
Eu teria várias respostas possíveis. Todas de acordo com quem xinga.
Por exemplo: se for um gaúcho, que ficou de saco cheio com um motorista que demorou demais para arrancar no semáforo, ele dirá: "sai da frente, cuiudo". Este termo, mon cher Francis, diz respeito à anatomia masculina, não à parte, digamos, principal, mas à acessória, se é que me faço entender. Até hoje não entendi porque ter esta parte grande, sentido do adjetivo, é algo recriminável.
Bom. Se for um cara mais descolado, como um bom e legítimo carioca, provavelmente vai dizer: "Vá siferrá, mermão!"
Outra possibilidade é o garotão irritado com o namorado da gostosa que está tirando satisfação dele, na danceteria, fazendo o maior bafão. Enquanto vai saindo, levado pelos seguranças, ele larga, já na porta: "Ah, vai te deitar, chinelão!"
Também tem a versão do macho, grosso, que habita qualquer lugar deste Brasil. Esse vai apelar, de verdade:
"Vá pra pqtp, babaca!".
É o que pude pensar, nestes 20 minutos em que escrevi este texto.
Se alguém tiver mais sugestões, serão bem vindas e publicadas aqui.
Bisou, Francis!









