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sábado, 9 de agosto de 2008

O pai raivoso, a cachorrada e a petição


Eu tava quietinha, no meu canto, torcendo pra não tossir, pra ficar boa de uma vez, pra Manu não desenvolver esta peste que já se manifesta pela tosse seca, quando abri o mail e achei uma mensagem de uma amiga (não dou o nome pq ela não me autorizou e nós vamos polemizar muuuuuuuuuuuito por causa do assunto!!!) que me enviava uma petição que já está com mais de 100 assinaturas. Não é nada contra as prisões arbitrárias na China, a tortura na África, a safadeza de tantos políticos no Brasil, a inflação que o Lula diz que não existe, etc etc etc. É uma petição que pede retratação de um jornalista aqui da província por causa de um texto que ele escreveu e que tem gente achando incitador de ódio e preconceituoso.
Também não vou citar o jornalista, que conheço há bastante tempo, embora não conviva com ele outro tanto. Ele escreve para um jornal que hoje é o que foram os da antiga Caldas Jr. em outros tempos. É bem lido. Tem blog também.
Pois o coleguinha escreveu uma crônica encharcada de ira porque seu fihinho, um bebê que nem anda ainda, levou uma mordida no olho, pelo que entendi de um cãozinho de alguma pessoa amiga. Como qualquer ser humano que se preocupe com sua espécie, este pai ficou literalmente furioso. E destilou seu reconhecido ódio nestas linhas.
Só que a raiva não reconhece limites e hoje eu acho que o autor, se pudesse, apagaria no mínimo metade das besteiras que escreveu e que, querendo ou não, são besteiras que ficam no ar, rodando por aí, mesmo num jornal que o sem-teto use para limpar a bunda daqui a alguns meses. Ele escreveu e ponto.
Desejou morte com tortura a todos os cães iguais ao que machucou seu filhotinho e espalhou sua bílis por todos os cantos do mundo, pessoas e atividades. E, claro, sobrou para a raça dos pitbulls, que ele deseja - como eu - ver extinta, já que fabricaram um bicho cujo comportamento malévolo fica ali, incubado, e só precisa de um empurrãozinho para se manifestar.
Imagino a dor e o sentimento de impotência deste homem que, nesta hora, é acima de tudo pai.
No mail que me mandou, minha amiga disse, com razão quem sabe, que ele não cuidou como devia do filho e atirou em quem não devia. Quem sabe? Respondi a ela que acho que este moço, como qualquer pessoa que escreve publicamente (eu, inclusive), comete muita asneira, produz textos absolutamente descartáveis e não é a primeira vez que coloca na roda temas que lhe rendem reações adversas. Mas é seu padrão de conduta e não cabe a mim questionar.
Não assinei nem vou assinar petição pedindo retratação do cara porque defendo o direito de ele escrever bobagens que, afinal, estão assinadas. É constitucional. Também porque, como já disse, acho que os pitt devem virar lembrança, começando pela castração, sem malvadezas. Ou então que cientistas inventem um jeito de recriar a raça eliminando o componente agressivo.
Tudo culpa dos homens, que, além de desenvolver um tipo de bicho perigoso, ainda os usam em rinhas e, pior, os deixam com fome, acorrentados, em becos miseráveis.
Tive, por 14 anos, um cusco chamado Pepino. Em sua trajetória de vida, ele mordeu e deixou marcas em três pessoa.
A primeira, era amiga de escola da minha filha e hoje é veterinária, filha de uma querida amiga que sempre me lê e me envia comentários e mails. Geninha era uma criança esperta, acostumada com seus cães que, uma noite, desafortudamente, ergueu o meu vira pelas patas dianteiras e ele desceu para o chão grudado em seu rostinho de querubim: faltava um pedacinho de carne na boca e, junto ao nariz, a milímetros do olho azul de Geninha, havia um risco que deixava o osso aparecendo. Achei que eu ia morrer quando, enquanto eu lavava o ferimento, ela me perguntou: "tia, será que eu vou morrer?" Não morreu, graças a Deus, seus pais foram de uma civilidade que me doeu na alma e, na mesma noite em que ela foi para o cirurgião plástico, costurar o rosto, o pai fazia o mesmo, por ter sido atropelado por um ciclista no Parcão enquanto corria. Pior: depois da sutura, me contou sua mãe, ela foi para a calçada da clínica mexer com um gato vadio que andava por lá.
Pepino mordeu, ainda, um amigo e uma ex-namorada de meu filho. Ninguém pediu sua cabeça. Porque, no fundo, o bicho não tem culpa. Continuo achando que o homem é o culpado de tudo - eu, por exemplo, deveria ter tirado o vira de perto de Geninha, a pior das vítimas, por ser, então criança.
O autor do desabafo contra o cão que mordeu seu filhinho e de todas as crueldades que listou na crônica hoje, com certeza, já se acalmou.
As cicatrizes se vão. O bebê, garanto, assim que crescer, vai querer um cãozinho.
E tudo vai se ajeitar.
Só não vejo jeito para os pobres pitbulls e para quem os criou com instinto de matar.
E, vou contar a vocês, ando com uma saudade do meu cachorro mordedor, que é mais uma lembrança numa manhã de sol, em cima de um tapete que, como ele, já se foi.

E PARA TODO MUNDO QUE É PAI DE GENTE, DE CACHORRO, DE IDÉIA, NO PASSADO, PRESENTE E FUTURO, UM ABRAÇO GRANDE.

14 comentários:

GRACE OLSSON disse...

Maristela, o homem faz isso com os animais como vc mesma enfatizou.
O meu genro já teve pit e elesnao sao violentos.
aliás, os pit que já vi por aqui não sãoviolentos.
Eles são tratados de forma igual a um ser humano no mais estrito direito que todo ser humano tem.
Eu fiquei estarrecida quando vi tantos correndo pelo jardim de uma praça.Fiquei encolhida de medo...kkkk
Meumarido e filhos disseram: VC NAO ESTÁ NO BRASIL.
AINDA BEM.POR QUE MINHA TIA CRIA 4 PIT TRANCAFIADOS E QUE, SICNERAMENTE...NEM VOU COEMNTAR....
BEIJOS EDIAS FELIZES

Sueli - Porto Alegre disse...

Acho,só acho, que ele se descuidou da segurança da criança!
Não ficou claro se o cachorrinho saiu correndo e mordeu por morder...
Isso é muito difícil de acontecer com cães,à não ser pittbull.
Será que a criança não mordeu o cãozinho? 11 meses já tem dentinhos...pode ser que tenha apertado...sei lá!
Mas alguma coisa estranha aconteceu. eheh

bjs su

Sueli - Porto Alegre disse...

Maris,me lembrei de outro pensamento... a Fúria é incontrolável,a Raiva é controlável...
Imagino quando esse sr. ficar com raiva do filho(coisa que todo mundo tem,até de filho) ele terá só Raiva,ou passará,entre a linha tênue que é, para à FÚRIA ?

Vai ter cofrinho com as tais de MIL?

Nossa...às vêzes nem psicanálise da braba dá conta.

Qui medo eu teria de mim mesmo !

bjs su

Marco disse...

Antes de mais nada, Feliz Dia pro SEU Pai. Espero que ele esteja bom, curado de suas dores. Sobre cães e homens, concordo com você. Os cães mordem porque é da natureza deles. Cabe a nós cuidarmos para que isso não aconteça. Já fui mordido por trocentos cães e ainda continuo amando cada um deles. Foi linda, comovente a sua história. Carpe Diem. Aproveite o dia e a vida.

Anônimo disse...

Oi! Gostei de ter te lembrado da Geninha. Ela está aí, agora, feliz da vida e perguntei a ela se lembrava do que te falou, ela dise que não lembrava. Na hora, é lógico que é dificil. Tudo passa e vai se acomodando. Continua adorando cachorro e vaca e galinha e pato.... Trauma???? Nem pensar.

Beijos
Denise

Yvonne disse...

Maris, não concordo com a opinião da Grace. O pitbull é um cão criado na Inglaterra tão agressivo que o seu nome já diz tudo: derruba touro. Não existe cão dessa raça que seja bonzinho. Como você mesma disse, ele é um docinho de criaturinha, até o momento em que tem uma crise e agride até mesmo as pessoas que o ama. A própria Inglaterra resolveu dar cabo da raça que não tem jeito de ser sociável. No seu lugar, também não assinaria essa petição. O cara tava invocado e fim de papo.
Beijocas

Sueli - Porto Alegre disse...

Prá quem não leu:
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http://www.clicrbs.com.br/blog/jsp/default.jsp?source=DYNAMIC,blog.BlogDataServer,getBlog&uf=1&local=1&template=3948.dwt&section=Blogs&post=89963&blog=219&coldir=1&topo=3951.dwt
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abraços

Sueli - Porto Alegre disse...

O link não deu certo...vai a estória...
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* 89963
Quarta-feira, 30 de julho de 2008
Quero requintes de crueldade!

Meu filhinho foi mordido por um cachorro. Um desses cachorros de madame, manja? Pequeno, pouco maior do que um gato, branco, cheio de frufrus, cachorro de apartamento. Um rato peludo, na verdade, pertencente à sub-raça dos cachorros. Mas ainda assim um bicho com dentes e garras e tudo mais.

Mordeu meu filhinho no rosto. Fiquei furioso. Bem sei que as crianças se machucam e tal. Mas isso acontece quando a criança tem dois anos de idade, está na escolinha e leva um uppercut de um colega, ou se esborracha no chão enquanto está brincando, ou puxa o rabo de um vira-lata e o vira-lata lhe dá uma dentada.

Agora, se o nenê tem 11 meses de idade, se nem caminhar caminha, se está num apartamento, cercado de adultos, então esse gênero de acidentes não pode acontecer. Não pode. É proibido.

Mas aconteceu.

Logo, fiquei furioso. Ainda estou. Cada uma dessas vírgulas está sendo pendurada com ódio, de cada cedilha balança o ressentimento. Imagino como se sente um pai que tem o filho atacado por um pitbull. Porque uma criança ser atacada por um pitbull também não pode, também é proibido. Por várias razões.

Uma delas é que esse pitbull não existia na natureza. Foi enxerto. Outra é que, uma vez que inventaram esse bicho e ele provou ser uma fera perigosa, deveria ser apartado do convívio com seres humanos. Cidade não é lugar para animais selvagens, como pitbulls e torcedores de futebol que vão ao jogo para brigar. Por isso, sou pela eliminação sumária de todos os pitbulls. Pena de morte. Paredón.

No caso dos pitbulls, reivindico uma ação da Justiça. Da legislação. Algo racional. A sociedade deveria impedir a convivência entre humanos e feras, e pronto. No caso do rato peludo que mordeu meu filhinho, não sou racional, nem posso ser, nem quero.

Alimenta-me, aí, o baixo sentimento da vingança. Gostaria de eliminá-lo lentamente, com requintes de crueldade. Algo como uma tortura chinesa chamada Morte das Mil Maneiras. É muito engenhoso. O verdugo chinês fazia assim: pegava um pote de porcelana, os chineses são muito bons em porcelana, e nele colocava mil papeizinhos. Em cada papel estava escrito o nome de algum órgão do corpo humano, como olho direito, unha do dedo mínimo esquerdo ou cérebro. Só uma pequena minoria era composta por órgãos vitais, como o coração.

Bem. Ante o olhar aterrado da vítima, o carrasco ia ao pote e tomava um papel aleatoriamente. Se pegasse o tal olho direito, ficaria uma hora trabalhando nele, remoendo-o com pinças, furando-o com ferros, queimando-o com brasas. O suplício podia levar dias ou semanas ou até meses, o torturado ficava torcendo para que fosse sorteado com um órgão fatal.

Tive ganas de empregar esse sutil método oriental com aquele cachorro, ao ver meu nenê com o rosto sangrando e as marcas de uma dentada a meio centímetro do seu olhinho. Os donos do cachorro que me desculpem, eles são boas pessoas e amam o bicho como se fosse membro da família, mas não é nada pessoal - teria idênticas intenções com qualquer cachorro que atacasse meu filhinho.

Neste momento, ao descrever isso, até me acalmo um pouco, o ódio se me esvai pelas pontas dos dedos. Só que, nas horas seguintes ao ataque do rato peludo, mal conseguia controlar a raiva.

Tinha raiva de todo o mundo animal, dos grandes elefantes aos pequeninos protozoários, do Pluto e do Pateta, tinha raiva dos defensores dos animais, dos donos de bichos de estimação, das pet shops, dos veterinários, dos zoológicos, das vegetarianas, dos anões, fiquei com raiva de uma mulher que dirigia um maldito carro verde a 20 por hora, trancando todo o trânsito, e também de um sujeito que cortou a minha frente com uma caminhonete preta, amaldiçoei cada pessoa que me perguntou amigavelmente se já estou de malas prontas para viajar para a China, que vou para a China, e pensei que minha maldição poderia cair sobre todos os um bilhão e trezentos milhões de chineses e ainda sobre mais um bilhão de indianos e, quem sabe, sobre outro tanto de ianques, russos, europeus e sul-americanos, sentia ódio das serpentes rastejantes e das aves do céu, dos mamíferos, dos anfíbios, dos répteis e das alfaces, de tudo, tudo, aí aquele torcedor me ligou. Não disse alô nem nada. Foi ralhando:

— Olha aqui, ó: a cobertura de vocês está muito colorada.

E foi deitando falação sobre a quantidade de páginas que se dá ao Inter em comparação com as do Grêmio e bibibi. Tentei explicar que o Inter tinha feito contratações importantes e tal, mas ele não se convencia.

— Muito colorada! — repetia. — Como sempre: muito colorada!

Nada que eu dissesse lhe convenceria. Normalmente, eu anotaria a queixa e lhe daria algum consolo falando da próxima grande cobertura do Grêmio. Mas estava irritado, queria dar um soco em alguém. Perdi a paciência. Porém, não toda. Não fui grosseiro, odeio grosseria. Usei da ironia.

— Sabe o que é? — falei. — É que aqui só tem colorado. Mais até: é uma condição para entrar nessa editoria. Tem que ser colorado, senão não é contratado.

Ele ficou alguns segundos em silêncio. Depois baixou o tom de voz:

— Não é isso. Não estou dizendo que vocês são colorados...
— Meu senhor — respondi, com urbanidade, sem perder a firmeza. — O senhor disse que a nossa cobertura é muito colorada. Então, ou uma coisa ou outra: ou nós somos todos colorados, e somos mal-intencionados, ou somos incompetentes, e temos que ser demitidos. Qual das duas?
— Não... não...
— Tentei argumentar com o senhor, disse que a causa desse aparente desequilíbrio é a seqüência de grandes contratações do Inter, mas o senhor não concordou com meu argumento.
— Bom, talvez seja isso mesmo...
— O senhor acha?
— Acho.
— Obrigado.
— Não tem de quê.

Despedimo-nos com cumprimentos afetuosos. Cara, às vezes, um pouco de raiva faz bem.

* Texto publicado hoje na página 50 de Zero Hora
Postado por David às 07h46Comentários (344) | Envie para um amigo | Link

Odele Souza disse...

Gosto de animais principalmente de cães, mas confesso que do Pitbull tenho pavor.E já lí muito sobre ataques mortais dessa raça.

Um abraço Maris.

neutron disse...

Eu sou um adorador de vira-latas. Adoro bichos e não tenho nada contra os cachorros "de madame", mas igual ao vira-lata não há. Fiel, carinhoso, agradecido.

E acho que o cara deveria se retratar, sim. Deveria porque escreveu uma coisa da qual ele mesmo deve se arrepender hoje e porque, conhvenhamos: tem muita fagulha de ódio por aí que só espera um mínimo sopro para ganhar força. Os racionais somos nós. Somos nós que precisamos ensinar às nossas crianças que bicho de estimação é um ser vivo, não brinquedo; nós que devemos nos manter atentos e garantir que um não machuque o outro. E, acima de tudo, nós temos que parar com a pretensão de criar vida pelo método que não é convencional. Um cachorro que foi 'inventado' pelo homem nunca poderia dar em boa coisa.

[ufa, que fiz quase um post. tenho saudades daqui e de poder te ler com mais freqüência. beijos, Maris]

Sueli - Porto Alegre disse...

A gente nem polemizouuuuuu...

bjs su

Ana Corina disse...

Vou botar no Mãe de Cachorro esta semana, ok? Fiz um outro blog e linkei o Clínica nele, vai lá ver: http://www.eujafuibemmaislegal.blogspot.com/
(em breve será www.anacorina.com.br).

Beijooo

Anônimo disse...

Li seu texto, muito bem elaborado por sinal (parabéns), no mãe de cachorro e resolvi vir comentar. Mas depois de ler o texto do jornalista, fiquei muito indignada! Como esta porcaria foi publicada??? É incitação a violência!
No mínimo ele é um baita irresponsável por ter publicado tamanha barbaridade. Pessoas civilizadas são como os pais da Geninha. Parabéns pra eles! São essas pessoas que dão exemplo de amor e paz e que vão criar seus filhos com a mesma filosofia! Ja o tal jornalisata é o tipo de pessoa da qual o mundo esta cheio e por isso tão violento!

Quanto aos pit bulls, é IMPRESSIONANTE como SEMPRE sobra pra eles, coitados!!!! Nem tinham nada a ver com a estória e: pau neles!!!!
Yvone, me desculpe, mas, na minha opinião, seu comentário foi muito infeliz. Estou TÃO CANSADA de ouvir essas coisas sobre pit buls que cansei tbém de explicar q o animal (vira-lata, poodle, rotweiler, beagle) é o espelho do dono...
Eu tenho uma pit q foi resgatada. Não se sabe sua origem, como foi criada nem nada. Tinha toda ferramenta pra ser um monstro, como todos dizem que os pits são. Mas ela resolveu deixar seu "instinto assassino" de lado e escolheu ser um doce de criatura! Escolheu gostar de buscar e trazer a bolinha, lamber nosso rosto, subir no nosso colo pra pedir carinho e adorar brincar com crianças.
E assim existem os pits que fazem terapias com crianças portadoras de deficiências, os q participam de resgates, os que dão sua vida pra salvar seus donos, ou aqueles que simplesmente estão ali fazendo parte de uma família.
Hoje, diante de tanto desrespeito, maus tratos, abandono, preconceito contra os pit bulls chego a achar que a melhor solução pra eles seria que todos fossem castrados pra que nunca mais um cão destes sofra nas mãos dos humanos irracionais e insensíveis.

Qto ao jornalista, uma coisa que aprendi recentemente é que quanto mais ódio sentimos, mais ele nos prejudica e só se volta contra nós mesmos. Não me leve a mal, não desejo nada de ruim pra ninguém, mas acredito que ele irá colher os frutos do ódio que plantou em seu texto tão medonho, e espero que um dia ele possa se libertar disso.

"Quando o homem aprender a respeitar todos os seres da criação, ninguém precisará ensiná-lo a amar seu semelhante."

Livia

*Silvana Ruggeri* disse...

Gosto de animais, principalmente de cães!
Amei seu blog!
bjus